Quanto o e-commerce brasileiro faturou no 1º semestre de 2026?

O e-commerce brasileiro faturou R$ 208,4 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 16,9% sobre o mesmo período de 2025, segundo apuração Neotrust concluída em 15 de julho de 2026. O valor cobre varejo B2C e indústria D2C online no Brasil, medido sobre transações observadas em mais de 7.000 lojas.

Várias pessoas em um ponto de ônibus movimentado, cada uma comprando pelo próprio celular ao mesmo tempo

Faturamento do e-commerce brasileiro

R$ 208,4 bi

+16,9%

Recorte
jan–jun 2026 vs. jan–jun 2025
Fonte
Neotrust
Apurado em
15 de julho de 2026
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Neotrust. Faturamento do e-commerce brasileiro, jan–jun 2026. Disponível em: https://confi.com.vc/neotrust/indicadores/faturamento. Acesso em: [data].

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Série em JSON

Como esse número evoluiu?

Faturamento do e-commerce brasileiro — primeiro semestre Fonte: Neotrust. Apurado em 15 de julho de 2026.
PeríodoFaturamentoVariação
jan–jun 2026R$ 208,4 bi+16,9%
jan–jun 2025R$ 178,3 bi—
jan–jun 2024pendente de apuraçãopendente de apuração

Valores do período anterior calculados a partir da variação apurada sobre a mesma base. Séries anuais completas anteriores a 2025 pendentes de publicação.

Método e recorte

Como este número é apurado

A apuração parte de transações observadas em mais de 7.000 lojas monitoradas, cobrindo 46 milhões de consumidores únicos capturados em 2025 e mais de 4 milhões de pedidos por dia.

Dentro do recorte

  • Varejo B2C online no Brasil
  • Indústria D2C com venda direta online
  • Pedidos transacionados e confirmados

Fora do recorte

  • C2C entre pessoas físicas
  • Serviços
  • Viagens
  • Assinaturas
  • Margem por operação (não medida)

Apurado em 15 de julho de 2026

O que esse número significa na prática?

O crescimento de 16,9% no faturamento vem acompanhado de uma alta muito maior no volume: 34,8% mais pedidos no mesmo intervalo. Isso indica que a expansão da receita é puxada por frequência de compra, não por elevação de preço médio.

Para o varejo, a leitura operacional é direta: cada real adicional de receita chegou com mais pedidos para processar, embalar e entregar. O custo logístico por real faturado tende a subir num desenho como esse.

Para a indústria D2C, o mesmo movimento significa base de consumidores mais ampla e recorrente, com cesta menor por transação. O acompanhamento por categoria é o que separa efeito de mix de efeito de demanda.

O e-commerce brasileiro faturou R$ 208,4 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 16,9% sobre 2025. Fonte: Neotrust, jan–jun 2026, apurado em 15 de julho de 2026.

Perguntas frequentes sobre faturamento do e-commerce brasileiro

Quanto o e-commerce brasileiro faturou no 1º semestre de 2026?

R$ 208,4 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 16,9% sobre o mesmo período de 2025. Fonte: Neotrust, apurado em 15 de julho de 2026.

Esse valor está corrigido pela inflação?

Não. O faturamento é publicado em valores nominais, sem deflação. Séries deflacionadas são produzidas sob demanda, com o índice de referência declarado.

O que está incluído nesse faturamento?

Pedidos transacionados e confirmados de varejo B2C online e de indústria D2C no Brasil. Ficam fora C2C entre pessoas físicas, serviços, viagens e assinaturas.

Com que frequência esse número é atualizado?

A base captura transações em tempo real e o indicador público é consolidado por período fechado. Cada publicação traz a data de apuração no próprio card.

Como citar esse dado?

Neotrust. Faturamento do e-commerce brasileiro, jan–jun 2026. Disponível em: a URL desta página. Acesso em: data da consulta.

Indicadores relacionados

O estudo completo do período está em estudos e panoramas.

Atualizado em 15/07/2026 · Publicado em 15/07/2026 · Fonte: Neotrust