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iFood aposta em mercado, farmácia e pet para a Black Friday 2026

· 2 min de leitura · Redação Confi

Mulher recebe na porta de casa uma sacola com compras do mercado enquanto o cachorro observa ao lado
Imagem ilustrativa gerada por IA.

Quem pensa em iFood pensa em almoço atrasado e pizza de domingo. Para a Black Friday deste ano, a empresa quer que você pense também na ração do cachorro, na vitamina e na compra do mês. A campanha começa nesta segunda-feira, 19 de outubro, e vai durar seis semanas, segundo reportagem do E-Commerce Brasil publicada em 16 de outubro.

O foco está em mercado, farmácia, pet e bebidas. As categorias que não são refeição já representam 35% do negócio do iFood, e um em cada três clientes de comida também compra nessas outras frentes, de acordo com a empresa.

Os números que a empresa apresentou

  • Mercado e atacado cresceram mais de 53% na última Black Friday e devem subir 61% em 2026
  • Farmácia acumula alta de mais de 70% no ano
  • Pet cresceu 55% em 2026, e a projeção é de crescimento de três dígitos durante o evento
  • Na edição passada, os pedidos foram 28% maiores que o normal e os pagamentos via Pix cresceram 37%

A empresa também anunciou parcelamento sem juros para compras acima de R$ 150 em várias categorias, e os 15 milhões de assinantes do Clube iFood terão frete grátis durante todo o período. A primeira fase, até 31 de outubro, tem descontos de até 60%. Depois vêm um aquecimento ao longo de novembro, o 11.11, a Black Week, a própria Black Friday em 27 de novembro e uma fase de liquidação entre 28 e 30 de novembro.

Do celular para a cesta de compras

Um estudo encomendado pelo iFood Ads e apresentado pela consultoria Talk Inc. ajuda a explicar a aposta. Segundo o levantamento, a Black Friday está saindo dos bens duráveis e indo para o consumo cotidiano, como mercado, farmácia e beleza. O estudo aponta alta de 89% nas vendas de creatina e de 124% nas de whey protein. Pelo visto, a academia também entrou no carrinho.

Você sai de um celular para uma cesta de compras que tá nesse consumo muito cotidiano.

Carla Mayumi, sócia de negócios da Talk Inc.

O mesmo estudo traz um alerta: um quarto das pessoas não comprou nada na última Black Friday, e 66% gastaram menos de um salário mínimo. Com o orçamento curto, a disputa passa a ser também pela compra pequena e frequente, e não só pelo eletrodoméstico parcelado em dez vezes.

Para comparação, a Neotrust, solução de inteligência de mercado da Confi, projeta alta de 20,7% no faturamento do e-commerce brasileiro na Black Friday deste ano.

Fontes

  • Black Friday
  • iFood
  • marketplace
  • varejo digital

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