O que o estudo mostra?
O mercado cresceu — mas cresceu como?
O e-commerce brasileiro faturou R$ 208,4 bilhões entre janeiro e junho de 2026, alta de 16,9% sobre 2025. O volume subiu bem mais: 756,7 milhões de pedidos, alta de 34,8%. O crescimento veio de frequência de compra, não de valor por compra.
Por que o ticket médio caiu?
O ticket médio recuou 13,3%, para R$ 275,50, acompanhando a queda de 12,4% em itens por pedido, que ficou em 1,97. A cesta encolheu e a compra se fracionou em mais transações.
O padrão se repete fora do semestre?
Sim. Black Friday 2025 e a janela de Natal e Ano Novo de 2025 mostram o mesmo desenho: receita em alta, volume em alta maior, ticket em queda. Três janelas independentes com o mesmo sentido.
O que isso muda na operação?
Custo escala por pedido, não por real faturado. Mais pedidos com cesta menor pressionam separação, embalagem, frete e atendimento — e tornam o pós-venda um fator direto de recompra.
O que está no material completo?
- Faturamento, pedidos, ticket médio e itens por pedido do 1S2026
- Comparação entre três janelas independentes: semestre, Black Friday e fim de ano
- Leitura de compra fracionada e efeito sobre custo por pedido
- Pós-venda e recompra: o que muda quando a cesta encolhe
- Metodologia, recorte e limitações declaradas
Método e recorte
Recorte do estudo
O estudo usa a mesma base e o mesmo recorte dos indicadores públicos: transações observadas em mais de 7.000 lojas monitoradas.
Dentro do recorte
- Varejo B2C online no Brasil
- Indústria D2C com venda direta online
- Pedidos transacionados e confirmados
Fora do recorte
- C2C entre pessoas físicas
- Serviços
- Viagens
- Assinaturas
- Margem por operação (não medida)
Apurado em 15 de julho de 2026
Como receber o estudo completo
O sumário executivo acima é aberto. O material completo, com séries detalhadas e cortes adicionais, é enviado por solicitação.
Publicado em 29/07/2026 · Fonte: Neotrust

